Um breve "stop" na história de Luíza e Beto... meu "alterego" anda preguiçoooso...
Não necessito, mas desejo justificar o tempo em que permaneci ausente. Andei sem inspiração, só e apenas isso! Se fosse artista bastaria o argumento, mas como sou jornalista e assumo aqui o ofício de escritora, foi preguiça mesmo. E não só do blog, da vida também...
Durante esses últimos dias andei acumulando pensamentos, nutrindo idéias e buscando incessantemente opções. A que conclusão cheguei? Pouquíssimas. Mas não me sinto a vontade para lançá-las agora, talvez uma prévia....
Desistir foi a palavra que mais permeou minha mente, por fraqueza, por facilidade... Não é tão mais fácil abrir mão? Soltar um foda-se a tudo o que te incomoda e, no mesmo instante, banhar-se naquela deliciosa chuva de final de verão e respirar aliviada com a aura tranquila. Isso provavelmente aconteceria em alguma cena de novela ou filme romantesco ou dramalhão, não com você ou comigo.
Com a gente seria assim, soltaríamos o foda-se e protagonizaríamos um "barraco de responsa". Caso chovesse, certamente você não se deliciaria com as águas dos céus. Iria é ficar muito puta "por que tinha que chover aquela hora?". E a cena não acabaria com você rodopiando de braços aberto e apreciando os céus lacrimejantes, mas sim, chegando ao lar cheio de vergonha e caindo em si e percebendo a cagada que fez. Estaria muito aflito e desesperado com o que faria depois. "E agora, José?".
Pois eu caríssimas (os), vos digo do baixo de minha vã experiência: é melhor insistir. Não importa de você tiver que contar até milhões, engolir a seco duzentas dúzias de palavras grosseiras, ou mesmo, "ser invisível" - acho que não há nada pior do que ser tido como transparente. Você consegue! Depois da chuva pode vir uma tempestade, depois a garoa, o céu nublado e quem sabe um resquício solar. Aí, algum dia, quem sabe depois de algumas rotações da Terra, um sorriso se abra?!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
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Um comentário:
É...
As vezes desistir é simples e insistir se torna um passo maior do que podemos dar.
Então damos o primeiro e parece muito mais difícil ainda e voltar atrás se torna embaraçoso e assim vamos dando os "passos maiores que as pernas" e quando vemos...
Ficamos de frente pro abismo mais cedo ou conseguimos chegar antes da ponte se romper.
São conflitos necessários para nosso aprendizado e crescimento.
E como crescemos quando isso acontece, não é?
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